Após boa atuação, Daniel Guedes cita inspiração em Victor Ferraz

Após boa atuação, Daniel Guedes cita inspiração em Victor Ferraz

(foto: Ivan Storti / Santos FC)
A grande atuação de Daniel Guedes, que substituiu Victor Ferraz na vitória sobre o Gama, por 3 a 0 foi apenas o segundo jogo do lateral direito pelo Santos FC em 2016. O camisa 38 aproveitou bem a oportunidade e participou muito das ações ofensivas do Peixe, criando boas opções pelo setor direito, fato que foi comemorado pelo atleta: “Foi um jogo importante, sabia que independentemente do adversário eu tinha que entrar e mostrar serviço, era o que o Dorival esperava. Foi importante até para ganhar uma confiança a mais para quando for preciso eu entrar bem. Agradeço, também, aos torcedores que me apoiaram muito durante a partida”.

Aos 22 anos, Guedes que tem 25 jogos como profissional pelo Peixe, disse que se inspira em Victor Ferraz, amigo e companheiro de Clube, que é o titular da posição. “O Victor para mim é, disparado, o melhor lateral direito do Brasil. Reconheço que ele é superior mas procuro evoluir, sempre observando o que ele faz. O jeito que ele marca, como ele apoia, a forma com que joga pelo meio. É um espelho, uma inspiração para mim. Sei, também, que quando ele não puder jogar, vou estar preparado para ajudar”.

Uma das coisas que mais chamou a atenção dos torcedores santistas durante a partida contra o Gama é a facilidade que o lateral direito tem para bater na bola, realizando ótimos cruzamentos. Em uma dessas oportunidades, na última quarta-feira (27), por pouco, Ricardo Oliveira não marcou de cabeça. “Jogar futebol é um dom que Deus nos dá. Tenho essa facilidade no cruzamento, de tirar do goleiro, deixar mais para o atacante. É um fundamento que se vê pouco nos laterais pelo Brasil. Mas, reconheço que preciso melhorar em outros aspectos, porque para jogar no Santos FC não basta cruzar bem. Tem que marcar bem, apoiar bem, ser técnico e graças a Deus estou evoluindo com tudo isso para aí sim, ter uma melhora no desempenho”, disse o camisa 38.

(Texto: Ranier Grandé)