Clodoaldo, nosso ídolo eterno, comemora aniversário

Clodoaldo, nosso ídolo eterno, comemora aniversário

No dia 25 de setembro de 1949, nascia na cidade de Itabaianinha, no estado do Sergipe, aquele que mais tarde se consagraria no mundo do futebol atuando como volante não só no Santos FC como também na Seleção Brasileira. Seu nome: Clodoaldo Tavares Santana ou simplesmente “Corró”, o herdeiro de Zito com a camisa 5 do Santos FC. Um craque na defesa das cores santista, um jogador que se notabilizou no time da Vila pelo amor e dedicação em prol do clube praiano.

Corró estreou na equipe principal do Santos, quando era um garoto imberbe de 16 anos no dia 05 de junho de 1966 na partida amistosa jogada em Blumenau que terminou com a vitória do Peixe pelo placar de 2 a 0 diante do GE Olímpico Blumenau que teve Coutinho e Amauri marcando os tentos da vitória que teve a seguinte formação: Laércio; Oberdan (Zé Carlos), Mauro e Geraldino; Joel Camargo (Clodoaldo) e Haroldo; Amauri, Salomão, Coutinho (Wilson), Toninho (Del Vecchio) e Abel. O técnico era Luiz Alonso Perez, o Lula.

Clodoaldo jogou no Alvinegro mais famoso do mundo 510 partidas e marcou 13 gols no período de 1966 a 1980, conquistando os seguintes títulos: Campeão Brasileiro (1968), Campeão Paulista (1967/68/69/73 e 78), Campeão da Recopa Sulamericana e Mundial (1968) pela Seleção Brasileira, o raçudo camisa 5 jogou 55 partidas e marcou apenas 3 gols. A última vez em que vestiu a camisa do Alvinegro Praiano foi no dia 26 de janeiro de 1980 na Vila Belmiro em partida amistosa diante da Seleção da Romênia que terminou com a vitória do time romeno por 1 a 0 formando o Peixe com: Marolla; Nelsinho Batista, Joãozinho, Neto e Paulinho (Washington); Clodoaldo (Cláudio Gaúcho), Carlos Silva e Pita; Nílton Batata (Serginho), Aluísio (Rubens Feijão) e João Paulo. O técnico era José Macia, o Pepe.

Curiosidade

Clodoaldo Tavares Santana depois que deixou o Santos foi jogar na equipe do Nacional no ano de 1981 e pela equipe conhecida no norte como “Leão da Amazônia” disputou 03 partidas encerrando em definitivo sua vitoriosa carreira em 1982. Um momento de muita emoção aconteceu quando o time do Nacional enfrentaria o Santos FC, Corró não conseguiu entrar em campo e chorando afirmando que não tinha como jogar contra o time que tanto amava.

Como técnico dirigiu a equipe do Peixe em 23 partidas com 10 vitórias, 06 empates e 07 derrotas. Quando jogava na várzea em Santos e foi levado para o Peixe pelo treinador das equipes de base do clube santista, Ernesto Marques, o seu técnico na equipe do Barreiros era o popular Miro Caiçara, nessa equipe Corró formou no meio de campo ao lado do também jogador do Peixe, Negreiros.

Guilherme Guarche – Coordenador do Centro de Memória e Estatística